Um silêncio, e o mesmo a voltar-se para as tuas costas.
Regresso, silente, ao ponto de onde saí, um morto
Às portas do chão.
E todo um tu em mim rejeita as amarras do vento,
Um pulsar tão distante do teu coração devia ouvir-se
No reflexo do teu braço - um espelho
Reflecte-se tantas vezes quantas a existência o permite.
(O luar é assim tão longínquo?
É a lágrima uma simples gota de chuva?
Ou tem no seu âmago o sentido das palavras?)
As minhas mãos soltam-se de mim e tudo se esvai
Com a prata que ambos derramamos.
Sinto tudo em mim derreter com o fogo da neve que cai,
Recolho os braços à minha volta
E os teus acompanham a dança das cicatrizes na minha pele.
(Só um sonho me acorda de vez,
Todas as vezes que o tenho a minha mente retrai-se e de nós fujo.
Tu morres nele.
E eu vivo fico para te ver definhar às portas do meu Inferno.)
by me @ 06/07/2008







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Ana Isabel/Dharieth
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